Ação de execução: como cobrar um título
A ação de execução é um caminho para cobrar judicialmente uma dívida representada por título com força executiva. Entender seus requisitos ajuda a planejar a recuperação do crédito.
O que é a ação de execução
A ação de execução é o meio pelo qual o credor busca, em juízo, o cumprimento de uma obrigação já representada por um título com força executiva. Diferente de discussões sobre a existência da dívida, a execução costuma partir de um documento que a lei reconhece como suficiente para cobrança. Em geral, o foco é obter o pagamento do valor devido.
Títulos que costumam permitir execução
Nem todo documento autoriza uma execução direta. A legislação aplicável define quais títulos têm força executiva, e alguns exemplos costumam aparecer com frequência.
- Cheques, duplicatas e notas promissórias, conforme os requisitos
- Contratos que atendam às exigências legais
- Outros títulos previstos na legislação
Como costuma tramitar a execução
De forma geral, após o ajuizamento, o devedor é chamado a pagar ou a apresentar defesa dentro dos limites cabíveis. Não havendo pagamento, podem ser adotadas medidas para localizar e constringir bens, sempre nos termos da lei. O andamento depende de cada caso, da existência de bens e da estratégia adotada.
Cuidados antes de executar
Antes de ingressar com a execução, costuma ser recomendável verificar a validade do título, os prazos aplicáveis e a real possibilidade de recuperação do crédito. Em alguns casos, a negociação ou o protesto podem ser alternativas ou etapas complementares. A definição do melhor caminho depende do caso concreto.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre execução e ação de cobrança?
Em geral, a execução parte de um título com força executiva e busca diretamente o pagamento, enquanto a ação de cobrança costuma ser usada quando a dívida ainda precisa ser reconhecida em juízo. A escolha depende do documento e da situação.
Existe prazo para ajuizar a execução de um título?
Sim, costuma haver prazos previstos na legislação, que variam conforme o tipo de título. Deixar o prazo transcorrer pode dificultar ou inviabilizar a cobrança por essa via, por isso é importante verificar cada caso a tempo.
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